
Ontem, no lar onde estagio, em conversa com uma idosa enquanto esperava para ser atendida pela cabeleireira:
Idosa: Ai filhinha, tanta gente à minha frente! Nunca mais vou sair daqui! Ainda tenho de ir para casa!
Pintas: Então você já não está em casa?
I: Não! Eu não moro aqui! Eu vou para casa!
P: ????????
(a senhora mora no lar)
P: E onde é a sua casa?
I: É no Amial! À beira do S.João! A minha sobrinha trabalha lá...é médica!
P: Ai sim? E como vai para casa?
I: Vou de autocarro! Mas ainda está tanta gente à minha frente!
P: Olhe, diga-me uma coisa! De quem é essa morada e esse número de telefone escritos no crachá que traz na blusa?
(que era a morada do lar)
I: É do meu primo! Ele mora na Trindade! É muito bom o meu primo, o José Sócrates! Ai, ainda falta tanto para ser atendida!
P: ?????????
I: No outro dia levou-me a visitar a minha sobrinha, a Fátima Lopes! Já não a via à muito tempo! Ela dá-se muito bem com o meu neto, o Malato!
P:?????????????????????????????????
Disseram-me que nestes casos não se deve contrariar! Eu acredito....!!
Pintas*