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sábado, 6 de novembro de 2010


Today i ,literally, found my moon at the bottom of a cup of tea!
It´s true!!

Pintas*

terça-feira, 12 de outubro de 2010

E é quando pensamos que ninguém nos pode magoar mais que o anterior, que nos espetam uma estaca no peito, torcendo-a em todas as direcções, corroborando que esta arranque cada pedaço da nossa alma! Cada réstia de esperança até ao último pedaço de sentimento!

Só lutam pela sua felicidade e esquecem-se que essa condição pode ser o resultado da infelicidade para quem está junto a si!

Olham demasiado para o seu umbigo e evitam ver, realmente, o que se passa à sua frente, não mediando os resultados nefastos das suas atitudes nos outros!

Desde que se convençam que o seu comportamento não foi, de forma alguma, errado e que o outro é que não compreendeu a sua realidade, a sua consciência continua (parcialmente) limpa e nada o poderá incomodar! Enquanto acreditar neste (sua) verdade, nada lhe tirará a razão! O pior é quando perceber que está na altura de encarar os factos como eles realmente aconteceram!...e aí? Poderá ser tarde demais e o passado não estará mais ao seu alcance!

Tudo perdido, nada mais voltará!

Pintas*

segunda-feira, 28 de junho de 2010


Estava eu no metro e mico um rapazito todo giro e jeitoso sentado nos bancos ao lado dos meus. Era mesmo "hot" o raio do gajo. Com cara de mauzão, de menino mal comportado. Daqueles que mal se olha, imaginamo-lo a atirar-nos contra a parede, a rasgar-nos a roupa com os dentes e zumba que vai disto.
Mas para minha tristeza.........já estava ocupado. Lá ia ele a trocar carinhos com.........outro rapazola (cheio de tiques, um verdadeiro bicha)!
Que desperdício! Fogo!!!!!!
Não sei como isto vai acabar mas qualquer dia, heteros?, só mesmo por encomenda!
Pintas*

quarta-feira, 23 de junho de 2010

1ª Constatação do dia:
  • As garrafas de gás Pluma, não são assim tão plumas. Ai as minhas ricas costas!

2ª Constatação do dia:

  • Independentemente se se as vemos em anúncios televisivos ou na vida real (como a entrar em minha casa, por exemplo), vêm sempre acompanhadas de uma gaja linda e esbelta( como eu....cof cof)!
Pintas*

terça-feira, 15 de junho de 2010


Com todo o respeito por aqueles que gostam, apreciam, deliram e respiram futebol, mas eu já estou fartinha deste desporto.
Já delirei com os jogos e maravilhei-me em vê-los ao vivo. Mas agora? Não tenho o mínimo de paciência para esperar 90 min. para ver uma bola entrar numa baliza.
Já vomito futebol por todos os cantos do corpo. Esta obsessão que se criou é incompreensível (pelo menos para mim).
Mas eu é que devo estar errada. A esta hora devia estar na baixa, a ter um ataque de nervosismo, à espera de um resultado satisfatório. Mas não estou. Peço desculpa por não ser patriótica (sim, porque a única maneira de mostrarmos o nosso "amor" por Portugal é estar colado a um televisor, a berrar para meia dúzia de caramelos, a correr atrás de uma bola, enquanto sopramos nas belas vuvuzelas que emitem sons melodiosos)!
Mas tal como disse, respeito profundamente todos os fanáticos ou não fanáticos por futebol. Temos de viver com o que nos faz feliz. E se o futebol é o que vos satisfaz, então força aí :D
Pintas*

quarta-feira, 12 de maio de 2010

- São 4h30? São!


- Não tenho estágio daqui a 5h? Tenho!


- Não devia estar a dormir?





Devia, mas não consigo. Não conseguia adormecer e comecei a ver um filme que estava a dar no canal MOV. E simplesmente colei pistão. Não conseguia dormir sem saber como acabava.





( .45 A vitória é a vingança )


Adorei o raio do filme.

Não o vou explicar porque estou sem condições mentais para o fazer mas aconselho-vos a ver! É mesmo muito fixe.

É um pouco psicótico....mas altamente;)

Pintas*

segunda-feira, 10 de maio de 2010


Ontem tive de preencher uns papeis, com os meus dados pessoais, para entregar, hoje de manhã, na esquadra ao pé de minha casa.

E para quê??
Para poder circular na minha rua nos dias em que sua santidade vem a Portugal.
Até para entrar em casa vou ter de pedir permissão. Possa...

Enfim, já estou fartinha destas histórias.

E sexta feira, ninguém me levanta da cama. Nem que venha cá o Papa.



Pintas*

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010



Isto vai parecer um bocado estranho mas vou confessar um pensamento que não me sai da cabeça: a morte.
E passo a explicar-me:
Eu não tenho medo de ir desta para melhor(ou pior) ou medo de como será a vida depois de morrer(se é que isso existe). Não é nada disso. Apenas me tem feito pensar.
Começo a analisar o que já fiz de importante nestes anos...e chego à conclusão que não fiz nada demais.
Tudo o que exploro tem uma projecção no futuro, algo que se vai construir mais tarde. Mas até esse dia chegar(se chegar)o que tenho aproveitado no presente? Nada.
Sinto que vivo da forma errada. Tudo o que faço é direccionado no futuro e não aproveito o que me rodeia, o que está ao meu alcance.
Penso tanto no que poderá acontecer amanhã, que não me lembro que, esse amanhã, pode não existir. E acabo por não tirar proveito do dia presente.
Ando a queimar o meu tempo, a projectar-me num futuro, que pode não existir, e deixo escorregar pelos meus dedos a beleza do imediato.
Ui...isto está um verdadeiro nó.
Estou a chegar ao ponto de questionar se valerá mesmo a pena este trabalho, este cansaço mental e físico, para um momento que pode não acontecer.
A qualquer altura pode-me suceder alguma coisa ("diabo seja cego, surdo e mudo")e o que fiz de importante para mim e para os outros?
Nada, pois estive preocupada em planear um futuro que pode não vir a existir.

Repeti muitas vezes "existir", "futuro", "presente", "acontecer" e "aproveitar". Mas são essas as chaves do meu pensamento.
Porque me projecto no futuro e me preocupo com o que pode acontecer num tempo incerto, se não aproveito a minha existência no presente?

Enfim...devaneios!!!

Pintas*

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010


Episódio no MacDonald´s:

Empregado: Boa Tarde, o seguinte?
Pintas: Olá boa tarde.
E: Oh, por aqui? Já não te vejo à imenso tempo!
P: Ah pois...!
E:
Não me estás a reconhecer?

P:
És o Luís não és? - e no crachá tinha escrito Manuel
E:
Não, sou o Manuel.
P:
Ah pois é! Andas-te na mesma escola que eu não foi?
E:
Sim, é daí que nos conhecemos! - já com um sorrisão na cara
P:
Pois..da escola X!
E: Não...conhecemo-nos da escola Y!
P:
Ah...então era um double cheeseburguer por favor!

Isto aconteceu à uns tempos atrás.
Mais um mico para a lista.
Devo ter ficado de todas as cores e para piorar o meu colega só se ria.
Enfim...

Nunca vos aconteceu serem abordados por "supostos" conhecidos?
Conhecemos tanta gente ao longo dos anos, mas são poucas as pessoas que permanecem no nosso ciclo de relacionamentos.
E depois aparecem-nos marmanjos como este (que até reconhecemos a cara, mas não sabemos bem de onde) e fazem-nos passar vergonhas destas.
O rapaz até foi simpático. Quando me abordou não era com intenção de me envergonhar. E ele também ficou pouco corado.
Aposto que pensou: "Maldita a hora que fui dizer alguma coisa à rapariga. Para a próxima limito-me a atender e pronto!".
Ainda lhe pedi um desconto de "conhecida". Mas não o fez. Deu-me um pacotinho de molho de batatas...va lá, nada mau;)

Pintas*

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010



Ontem à noite fui sair com umas colegas.
Estávamos a chegar ao "Pipa Velha" e encontramos um Homem (um bocadão) alcoolizado agarrado a um caixote do lixo (não fosse a terra tremer e o senhor ter um encontro imediato com o chão) e dizia, em bom som, TUDO o que lhe passava pela cabeça.
Quando nós (meninas sozinhas, bonitas e tal)passamos ao seu lado, este diz o seguinte:
"E nos dias que correm, vão estas jovens raparigas estudar sozinhas para Lisboa, Bragança, Viseu, Braga e sei lá mais para onde. E quando voltam à casa dos papás, vêm com uma c*na mais larga que o caixote do lixo."

Ora bem, de tanta barbaridade que o homem sábio disse, esta foi a que mais me chocou. Mas tenho de confessar, que parte da minha mente, a da perversidade, achou um piadão do caraças. Sim, eu grizei-me muito!!!
Depois de rirmos tudo o que tínhamos a rir, lá comecei eu a filosofar(sim, porque a partir das 2h da manhã, quem me quiser ver bem, é deixarem-me divagar nos meus pensamentos mais atrofiados...às vezes...às vezes isso acontece). De certo modo, o Senhor tinha razão! Eu não usaria exactamente as mesmas palavras que ele, até porque considero que tenho um vocabulário mais alargado e encontraria sinónimos, mais suaves, para descrever o órgão sexual feminino. Mas o certo é que vejo estas miúdas (não que me considere muito adulta) a saírem da terrinha dos pais, a libertarem-se das asas dos progenitores e a iludirem-se com qualquer indivíduo masculino,do género humano (e se calhar com o sexo feminino também, é à escolha do freguês).
Atenção, que eu não julgo ninguém por ter um, ou dois, ou três, ou milhentos relacionamentos em pouco tempo. A mim tanto se me dá, como se me deu. Eu até sou apologista de que cada um está com quem, ou com quantas pessoas, deseja estar e que o importante é que se sinta bem. Mas lá está, que se sinta bem com as opções que toma. Que as faça com consciência e com a certeza que é esse caminho que quer seguir. Não o faça para mostrar aos outros e para se sentir integrada num grupo,ou algo do género. Já assisti a situações dessas e, só no final, percebem que a forma como agiram não foram ao encontro dos seus valores e do modo como verdadeiramente encaram o mundo. Que não se respeitaram devidamente.

Não sei se faço sentido ou se sigo o discurso incoerente do senhor que se deu (ou dá) à bebedice. Mas é esta a minha opinião.
Sem mais devaneios, me despeço;)

*Pintas*

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010



Eu estagio na área da toxicodependência, onde encontro utentes na mais cruel situação de pobreza e exclusão, a maior parte sem-abrigo e, até hoje, que já assisti a tanta coisa perturbadora pensava que mais nada me faria espantar.
Hoje, assisti a uma situação que me fez derreter o coração.
Era fim de tarde, estava a chover, estava frio e eu ia a passar numa ruela, no quentinho do meu carro. Parei nuns semáforos e quando olho para o lado, um sentimento de tristeza, talvez de compaixão apodera-se de mim.
Vi um homem, abrigado da chuva, na soleira de uma porta. Estava descalço, com os pés ao relento e ao seu lado estavam pousados os seus sapatos,a secar, certamente.
Devia ter os pés gelados e não podia calçar o único par de sapatos que tinha, pois estavam molhados. Nem meias ou um trapo para cobrir os pés tinha.
Juro-vos: se tivesse um par de sapatos a mais no carro eu dava-os ao Homem.
Esta imagem mexeu tanto comigo, que passei o resto da tarde a pensar nisso.
Nós temos tanta sorte que não a aproveitamos na altura devida.
E a probabilidade de nos acontecer alguma coisa( vá de recto Satanás)não é assim tão ínfima nos tempos que correm.
No entanto só olhamos para o nosso próprio umbigo. Tudo o que nos rodeiam são pormenores que não merecem a nossa atenção.
Somos mesmo pessoas mesquinhas que só damos importância a um problema quando acontece connosco.
Caramba...que sociedade egocêntrica e narcisista a nossa.

*Pintas*

(não pretendo ferir susceptibilidades. Este texto é apenas um desabafo de alguém profundamente incomodada consigo própria e com o que a rodeia)